
Nesta segunda etapa foram discutidos os mecanismos patriarcais que norteiam as desigualdades de gênero que atingem as mulheres a níveis pessoais e coletivos. O momento foi de troca de experiências, de entender como os diferentes desafios são encarados pelas camponesas organizadas, tanto quanto as dificuldades em se mobilizar para traduzir estratégias políticas em um conjunto de ações que possibilitem a superação deste atual modelo de sociedade machista, desigual e opressivo.
Para isso, todas se debruçaram sobre o esforço de entender coletivamente a importância da valorização dos saberes, do trabalho e da voz das mulheres. Cantaram, desenharam, escreveram e falaram sobre as plantas, cultura e memória, e assistiram a vídeos que fomentaram essa roda de saberes que giraram em torno de diferentes eixos: família, trabalho, saúde, educação e participação política.
Texto: Camila Mudrek
Foto: Magno Luiz/ CPT Bahia


