
“A quase 30 anos utilizamos esta água para consumo humano e para os animais, alem disso, recentemente os pescadores colocaram 44 mil alevinos, objetivando a criação de peixe para o sustendo da comunidade e nosso. Isso é lamentável!, chamou a atenção a moradora Eliana de Souza.
Os pescadores afirmam que nesses três anos forte de estiagem a comunidade foi abastecida com carro pipa, mas a mineradora não parou suas atividade, utilizava de outras fontes sem sequer fazer limpeza. Agora, há cinco meses o açude voltou a ter água, ainda que abaixo da metade de sua capacidade total, e a empresa anunciou que vai utilizar a água para a sua atividade.
Diante do risco de ficarem sem água e sem peixe, os pescadores reforçam o grito de socorro diante dos poderes públicos e sociedade civil.



