
Com carga horária de 324 horas e grade curricular composta por 11 disciplinas, o curso conta com professores/as da Univasf, Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e de organizações populares como a própria CPT e a Associação de Advogados/as dos Trabalhadores/as Rurais da Bahia (AATR).
A agente pastoral da CPT Nordeste 2 e integrante da Comissão Nacional de Formação da entidade, Vanúbia Martins, destaca que a formação dos agentes é um processo contínuo. “É um curso que tem conteúdos que são próprios da CPT, a história da formação do campesinato no Brasil, mas também a metodologia do ser CPT, para que possamos ter mais formadores nas bases, nas equipes, no país inteiro”, ressalta.
A primeira disciplina do curso é História das Lutas Camponesas, ministrada pela professora de direito agrário da UFBA e assessora da CPT, Tatiana Gomes, e o integrante da AATR Maurício Correia. Para Gomes, esta é uma iniciativa muito relevante pois articula organizações populares e o saber acadêmico. “Possibilita que o espaço da universidade seja arejado por outros sujeitos e atores que tradicionalmente não estão nestes espaços”, comenta a professora.
Texto e fotos: Comunicação CPT Juazeiro


